"O 3DS 2.0 é nossa recomendação para que o sistema de pagamentos eletrônicos fique mais protegido", diz Visa

Em entrevista ao blog da Adyen, Juliano Manrique, Product Deployment Risk & Data Products da Visa, explica por que a bandeira está incentivando os bancos a adotarem o novo protocolo de autenticação.



Apesar de ser resultado de novas regulamentações europeias, as bandeiras de cartão de crédito estão estimulando bancos a adotarem o novo protocolo de autenticação 3D Secure 2.0.

O motivo? A novidade trará mais segurança e conversões aos varejistas, e melhorará em muito a experiência de compra do cliente.

Para entender melhor o assunto, o blog da Adyen bateu um papo com Juliano Manrique, Product Deployment Risk & Data Products da VISA. Veja abaixo os destaques dessa conversa:
 

Se o protocolo 3D Secure 2.0 é resultado de uma nova regulamentação europeia, por que os varejistas brasileiros devem se preocupar com a novidade?
O fraudador está sempre em busca de oportunidades, e à medida em que estabelecimentos começam a implementar novas tecnologias de segurança, a exemplo do 3DS 2.0, os malfeitores começaram a visar estabelecimentos mais vulneráveis. Assim, o uso massivo do 3DS 2.0 é a nossa recomendação para que todo o sistema de meios de pagamento eletrônico fique mais protegido.
 

O que ganham os varejistas?
A jornada do cliente que passa por um processo de autenticação com o 3DS 2.0 é mais fluída e intuitiva. Buscamos uma melhor conversão na autenticação, com índices de autorização mais atrativos.
 

Qual é o interesse da VISA em promover a adoção do novo protocolo?
Reduzirmos o índice de fraude no mundo ecommerce, melhoramos a experiência de compra e assim, consequentemente, também ajudamos a converter mais vendas.
 

Os banco estão prontos para o 3DS2?
Atualmente, temos a Caixa, que lançou a solução em março deste ano. Os demais bancos estão em fase de desenvolvimento, com o comprometimento de estarem habilitados para transações 3DS 2.0 até agosto de 2019, quando entrará em vigor nosso programa Liability Shift.
 

Pode nos falar mais sobre esse programa?
O Liability Shift tem o objetivo de proteger transações 3DS 2.0 para estabelecimentos que estejam prontos para o protocolo e submetam o pedido de autenticação, sem que o banco emissor esteja apto a autenticar.
 

Como a VISA pretende incentivar os bancos a adotar a nova autenticação?
A Visa oferece uma plataforma de autenticação aos emissores. Esta plataforma é agnóstica e funciona plenamente para bandeiras que adotaram o protocolo 3DS 2.0, possibilitando por meio de uma única solução o uso de inteligência no momento da autenticação e padronizando a jornada do portador do cartão.
 

O que falta para que os bancos adotem o 3DS2?
Neste momento, é o tempo de implementação da solução. Os bancos estão comprometidos e já incluíram o tema em suas agendas.
 

Com a nova autenticação, o que mudará na prática para o consumidor e para o varejista?
O consumidor estará mais protegido no momento da compra pela internet. Em nossos estudos, temos identificados que o portador também sente segurança quando seu banco solicita um método de autenticação. Quando o método é bem aplicado, a taxa de abandono é mínima. Para o varejista, as transações terão uma menor exposição aos fraudadores.
 

O protocolo atende somente transações de crédito?
Não. Os bancos estão se preparando para todo o portfólio, visando cartões de crédito, débito e pré-pagos.
 

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