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VTEX DAY 2026: insights para um comércio à prova de futuro
Entenda as tendências que estão movendo o ponteiro do varejo, do Agentic Commerce ao checkout invisível, sob a perspectiva da Adyen diretamente do maior evento de digital commerce do Brasil.
O VTEX Day 2026 confirmou que a maturidade digital do varejo brasileiro atingiu um novo patamar. Se em edições anteriores discutíamos a viabilidade de novas tecnologias, este ano o foco foi a execução que gera valor real para o negócio e para o cliente-final – que, entre uma tendência e outra, deve permanecer no centro de qualquer estratégia.
Nesse contexto, a inovação vira rentabilidade quando está ancorada em uma infraestrutura sólida e dados integrados. No centro dessa conversa, a Adyen reforçou no VTEX Day como o Comércio Unificado deve ser a base de um comércio à prova de futuro, enxergando todos os canais de venda de forma integrada para uma hiperpersonalização que move o ponteiro.
Abaixo, listamos os quatro pilares que definiram o evento e o que eles significam para a sua estratégia de comércio:
Inteligência Artificial como ferramenta de construção do futuro
Em sua palestra, a Ph.D. Patricia Florissi, que atua como Technical Director at the Office of the CTO no Google Cloud, provocou os presentes a se questionarem: “Vocês vão usar a Inteligência Artificial Generativa para automatizar o presente ou para imaginar o futuro?”. Para ela, a IA deixou de ser apenas um "aditivo" para produtividade e tornou-se a base da "Tecnografia", a capacidade de desenhar o futuro que vislumbramos.

No varejo, isso se traduz em usar modelos preditivos e embeddings para não apenas reagir ao que o cliente faz, mas para imaginar o próximo passo da jornada.
Isso está diretamente conectado ao Agentic Commerce, uma das maiores promessas do momento de IA conectada ao varejo. No que tange aos pagamentos, eles precisam ser o "idioma comum" entre humanos e máquinas, atuando como pilar para que você construa o presente e o futuro do seu negócio.
Comércio unificado (de verdade)
Não dá mais para operar com barreiras invisíveis entre a loja física e o ecommerce, sem convergência de estoques, estratégias e preços. Nem para ignorar todo o potencial liberado quando você entende a jornada do seu consumidor de ponta a ponta.
Mostramos isso em uma conversa repleta de dicas práticas entre Renato Migliacci, VP de Vendas da Adyen, e Alexandre Mercadante, CTO da Nespresso. Durante o papo, Renato reforçou:

“Canais de venda não deveriam ser tratados de forma separada; o futuro exige consistência estratégica e uma sinergia total entre todas as frentes da operação”.
Renato Migliacci
VP de Vendas da Adyen
Nesse contexto, o Comércio Unificado se estabelece como a evolução natural do omnichannel, eliminando as barreiras entre os canais de venda online e offline e operando cada canal de forma integrada. É o omnichannel além da superfície, que gera valor real para empresa e consumidor: “A hiperpersonalização faz muita diferença para a marca, pois podemos atingir de fato os perfis ideais de clientes”, destacou Alexandre.
O futuro do checkout é invisível
Com a ascensão do Pix e dos super apps, o checkout está se tornando cada vez mais silencioso. Como apontou Maria Isabel Noronha, nossa VP & Head of Account Management, "quanto mais você melhora o checkout, mais invisível ele é".
No VTEX Day, ela participou de um painel que abordou justamente “O Futuro do Checkout”, durante o qual ela pontuou a importância de manter o olhar no cliente: “Mais importante do que um ou outro método de pagamento é não perder a venda”, disse ela, complementando que é fundamental saber como cada cliente prefere pagar e garantir que aquela opção será dada a ele.
Para operações globais ou marcas que buscam escala, a eficiência financeira é o motor que viabiliza essa invisibilidade. Reduzir fricções no momento do pagamento não é apenas uma questão estética, é uma estratégia direta de aumento de conversão e fidelização.
Conexão que move negócios
Ao navegar pelas preferências e particularidades de cada geração consumidora, o VTEX Day destacou também a importância crescente de as marcas fomentarem a conexão com seu público, e de investirem na construção de comunidades ao redor do negócio.
Afinal, o consumo moderno, especialmente para a Geração Z, é guiado pela autoexpressão. As comunidades não se formam apenas em torno de um produto, mas da identidade que ele confere ao grupo.

Ainda nesse contexto, surge o conceito de Vibe Commerce, em que a decisão de compra é influenciada pela conexão e pelos valores compartilhados por uma comunidade, exigindo que as marcas entendam os gatilhos neuropsicológicos que geram essa conexão.
Isso exige que a tecnologia seja invisível e a experiência seja fluida. Quando o pagamento ou a logística falham, a conexão emocional da comunidade com a marca é quebrada.
E tudo isso, claro, também exige um entendimento profundo do cliente. Aqui, o Comércio Unificado reforça o seu valor: ao unificar todos os pontos de contato do consumidor com sua marca, você pode entender a fundo o comportamento e as necessidades reais dessa comunidade, permitindo uma hiperpersonalização que de fato agrega nessa conexão.
O que vem a seguir?
O varejo que o VTEX Day mostrou é dinâmico e exige que a tecnologia financeira acompanhe essa velocidade. Na Adyen, acreditamos que o Comércio Unificado é a fundação para que marcas Enterprise possam navegar por essas tendências com agilidade e previsibilidade.
