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O que o varejo aprendeu com o Pix — e o que vem a seguir

Os impactos reais e as tendências futuras do Pix no mercado de pagamentos seguem transformando cada transação. Conversamos com especialistas da Adyen e Gmattos sobre Open Finance, Pix Automático, incentivos no varejo e muito mais. Assista ao videocast completo!

18 junho, 2025
 ·  7 minutos

Nenhum outro meio de pagamento ganhou tração tão rápido no Brasil quanto o Pix. Em apenas quatro anos, ele deixou de ser uma aposta para se tornar unanimidade em qualquer checkout online. Mas quem pensa que ele já chegou ao seu limite está olhando para o retrovisor.

No episódio do webcast da Adyen, Rodrigo Moço (Head de Product Payments da Adyen LATAM) e Gastão Mattos (Cofundador da Gmattos Consultoria) discutiram os efeitos já visíveis e os que ainda estão por vir do Pix sobre o presente — e o futuro — dos meios de pagamento no Brasil.

Neste artigo, você confere os principais destaques da conversa.

Crescimento exponencial, impacto direto

O Pix não apenas conquistou 100% de penetração no e-commerce — ele também mudou o jogo para métodos tradicionais. O boleto, por exemplo, caiu de 85% para cerca de 30% de aceitação desde o surgimento do Pix. E o cartão de débito online? Praticamente desapareceu.

Inovação contínua (dentro e fora da agenda do Banco Central)

Alguns dos destaques mencionados no episódio:

  • Pix por aproximação

  • Pix Automático (a ser lançado oficialmente em breve)

  • Pix via Open Finance, sem redirecionamento

  • Uso do Pix como infraestrutura para soluções de crédito parcelado via fintechs (BNPL)

O resultado? Um sistema que evolui a uma velocidade inédita, com soluções criadas tanto pelo regulador quanto pelo próprio mercado.

Por que os varejistas amam o Pix?

Além de conversão elevada e baixo índice de fraudes, o Pix oferece algo que o e-commerce valoriza acima de tudo: performance. Mais de 54% das grandes lojas online oferecem incentivos para quem paga com Pix — em alguns casos, descontos que chegam a 20%. Não por altruísmo, mas porque o Pix entrega: alta performance, conversão e baixo risco de fraude.

E o futuro?

O consenso entre os especialistas é claro: o Pix está longe de estagnar. As próximas ondas de transformação devem vir com:

  • Adoção do Pix como débito automático para contas recorrentes

  • Regulação do Pix por aproximação no varejo físico

  • Popularização do Pix Open Finance, com menos fricção e mais conversão

  • Crescimento da “Geração Pix”: consumidores que já preferem o método desde o primeiro contato com o mercado

Tudo indica que o ritmo de inovação seguirá — e que o Pix ainda tem espaço para surpreender.

Assista ao episódio completo

O videocast traz insights exclusivos, dados atualizados e uma visão estratégica de quem está moldando o futuro dos pagamentos no Brasil.

Quer entender por que o Pix já não é mais uma tendência — mas, sim, infraestrutura?

Assista ao episódio completo abaixo.

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