Zul Digital: 12% das transações já são feitas com ewallets

Com Masterpass, Google Pay™ e Apple Pay, app foi um dos primeiros a transacionar pagamentos via carteiras digitais no Brasil

Sempre com uma estratégia inovadora, a startup investiu de cara em se diferenciar da concorrência oferecendo os métodos de pagamento certos para seus usuários. No meio de 2017, por exemplo, das 14 empresas credenciadas para realizar o mesmo serviço, apenas a Zul Digital e mais uma ofereciam o pagamento via cartão de débito.

Foi só uma questão de tempo para a empresa buscar outras novidades que trariam mais praticidade aos usuários na hora de pagar: as ewallets. Em parceria com a Adyen, a empresa fez a integração e passou a aceitar as carteiras digitais Masterpass, Google Pay™ e Apple Pay.

"A experiência gerada pelas ewallets tem total sinergia com a visão de experiência de usuário que buscamos entregar desde o princípio para os usuários do Zul Digital"

André Brunetta co-fundador do Zul Digital.

Brunetta ainda destaca a praticidade da tecnologia: "Alguém que instala o nosso app e o utiliza pela primeira vez conseguirá em poucos segundos fazer um cadastro e estacionar seu carro, de maneira absolutamente segura, sem precisar digitar os dados do cartão."

Em 2018, as transações realizadas via ewallets representavam 8% do total – hoje essa taxa já é de 12%. Para se ter uma ideia, só no ano passado foram processadas mais de um milhão de transações com a tecnologia.

"O DNA inovador da Zul Digital nos permitiu realizar essas integrações para oferecer tecnologia de ponta com toda segurança aos clientes deles", diz Marcella Coloswary, vice-presidente de Contas da Adyen para a América Latina. "E as taxas de adoção mostram o potencial dos pagamentos móveis, seja online, mobile ou nas lojas, eliminando barreiras da experiência de compras."

A segurança por trás das ewallets

É claro que todo mundo gosta de poder pagar rapidamente e sem dor de cabeça, mas a experiência só vale a pena quando o cliente tem total confiança na segurança das transações.

O segredo da Adyen para garantir o melhor dos dois mundos é a tecnologia de tokenização usada nas carteiras digitais. Com ela, os dados sensíveis do cartão do usuário são transformados em dados criptografados para então serem salvos. Assim, o cliente pode pagar com apenas um clique.

Gerenciado pela Adyen, a tecnologia praticamente elimina o risco de fraude e diminui a ocorrência de chargebacks, processo em que o banco cobra da empresa o valor de uma compra não reconhecida pelo titular do cartão, a fim de ressarci-lo.

O potencial global das carteiras digitais

Ewallets como Apple Pay, Google Pay™ e Samsung Pay chegaram ao Brasil em parcerias pioneiras com a Adyen. De lá para cá, a adoção só cresceu.

No primeiro trimestre de 2019, o uso de carteiras digitais aumentou 65% no país. Globalmente, o cenário também é promissor: a solução cresceu 40% nos meios digitais e 400% nas lojas físicas em 2018.

O Unified Commerce Index da Adyen, levantamento publicado no início do ano com base nos dados de transações processadas pela empresa no mundo todo, mostrou também que os consumidores estão cada vez mais confortáveis em pagar compras de alto valor com essas tecnologias.

Para se ter uma ideia, eles chegam a gastar em média 10 euros a mais por transação via ewallets. Na loja, não há diferença notável entre o valor das compras feitas com carteiras digitais e outros métodos de pagamento. Na América Latina, o valor médio das compras com ewallets é R$ 90.

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