Criptografia: o segredo para proteger seus pagamentos online

A cada minuto, 3,6 fraudes acontecem no Brasil envolvendo transações de ecommerces. Para se proteger, empresas apostam em serviços que usam criptografia para blindar dados sensíveis.

No Brasil, ecommerces movimentaram R$ 53,2 bilhões no ano passado, resultado de um crescimento de 12% em relação ao período anterior. Neste mesmo período, ocorreram 920 mil golpes no país relacionados a dados financeiros dos consumidores. Em outras palavras, foram 3,6 fraudes por minuto, de acordo com o laboratório de cibersegurança da Psafe.

Como empresas podem lidar com um mercado tão promissor, e ao mesmo tempo tão arriscado? A resposta é uma só: segurança. E uma das armas para proteger seu ecommerce de pessoas mal intencionadas é a criptografia.

O que é criptografia?

Em termos gerais, criptografia é uma técnica utilizada para garantir que as únicas pessoas que terão acesso a certos dados sejam o emissor da mensagem e o destinatário.

Apesar de hoje a palavra ter um sentido bastante tecnológico, o método está longe de ser recente: o primeiro uso conhecido teria acontecido no Egito, cerca de 1.900 anos antes de Cristo. No Império Romano, Júlio César teria também se utilizado da estratégia para transmitir mensagens sigilosas. Batizada de "Cifra de César", a técnica consistia em trocar cada letra da palavra pela terceira letra que a seguia. Então o "A" virava "D", e assim por diante.

A evolução da tecnologia fez com que formas mais refinadas de criptografia surgissem. Hoje, algoritmos substituem informações sensíveis por sequências de caracteres aparentemente aleatórios. E só a pessoa que detém a "chave" daquele código, também gerada pelo algoritmo, consegue desvendá-lo.

Criptografia para negócios

Se antes utilizada principalmente em tempos de guerra, a criptografia acabou sendo adotada cada vez mais pelo mundo corporativo para proteger informações estratégicas e sensíveis das empresas.

Foi o que mostrou o relatório Tendências em Criptografia de 2018 - Brasil, feito pelo instituto de pesquisa Ponemon. Os pesquisadores entrevistaram mais de 500 representantes de companhias brasileiras, e descobriram que 35% delas já contam com uma uma estratégia de criptografia utilizada em todas as áreas da empresa. Há dois anos, essa taxa era de 28%.

A evolução fica mais clara quando olhamos para os diferentes tipos de dados em questão. No caso das informações de registro financeiro, a proteção via criptografia aumentou passou de 47% a 60% em dois anos. Já em relação aos dados relacionados a pagamento, o crescimento foi de 45% a 55%.

Ainda segundo o relatório, o principal estímulo dos empresários a investir nesse tipo de solução é a necessidade de proteger as informações do cliente. Essa justificativa, antes citada por 50% dos entrevistados, dessa vez foi mencionada por 61% deles.

Mas o que impede que mais empresas adotem a tecnologia? Mais da metade dos participantes declararam que a instalação inicial é o maior desafio.

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Criptografia para pagamentos

A Adyen aposta em criptografia há anos para ajudar as empresas parceiras a proteger os dados de seus clientes. A solução clássica para fazê-lo se chama Client Side Encryption (algo como criptografia do lado do cliente, em português).

Quando o comprador insere seus dados bancários em uma página de ecommerce, o CSE captura esses dados e os criptografa para transmiti-los e processá-los com segurança. Os dados são condensados em um único bloco de caracteres, e a Adyen é a única que detém a chave para decodificar as informações. Assim, as informações sensíveis não entram em contanto com o servidor do varejista, o que lhe isenta de ter de se preocupar com as regras do PCI Security Standards Council.

Agora, porém, há uma outra novidade: o Secured Fields. Esta nova solução dificulta ainda mais o acesso aos dados sigilosos do cliente por terceiros ao criptografar separadamente cada informação cedida pelo comprador, como o número do cartão e a data de validade. Além disso, para ativar a funcionalidade, o varejista precisa informar a Adyen o domínio e URL de seu ecommerce, para que apenas transações vindas desse site sejam processadas. O resultado é mais segurança.


Para saber mais sobre a integração com o Secured Fields, dê uma olhada em nossa página de documentação.

Caso tenha alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco.


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