Arrasando na Black Friday: Segurança contra a fraude

“É preciso manter seu checkout0 à salvo de ataques de roubo de informação e contra a fraude, que resulta no indesejado chargeback.”

Por: Cassia Pinheiro, Risk Manager da Adyen para a América Latina

O consumidor brasileiro é um dos mais exigentes do mundo, pois possui ao seu lado um forte código de defesa e ferramentas avançadas de busca de informação sobre a confiabilidade de lojas, como o Procon e o Reclame Aqui. Contudo, durante a Black Friday, mesmo as empresas idôneas ficam mais expostas à ação de fraudadores, que veem nesta data uma oportunidade de sucesso. Isso ocorre pois algumas lojas aliviam suas defesas devido ao aumento no volume de vendas.

Assim, começam a surgir as mais diversas tentativas de roubo de dados dos consumidores que, em seguida, são utilizados para realizar fraudes. Por isso, é preciso manter seu checkout a salvo de ataques de roubo de informação e contra fraudes, que resultam no indesejado chargeback. Veja a seguir como combater estes dois grandes vilões das compras na Black Friday:

Escolher um parceiro de pagamentos em conformidade com os padrões PCI

O PCI Security Standards Council é uma organização criada pelas bandeiras para desenvolver e disseminar os padrões de segurança para a proteção de dados.

Ele descreve as práticas essenciais para as empresas manterem seus sistemas e ambientes seguros contra o roubo de dados de cartão dos consumidores; além de detectar, mitigar e prevenir ataques e falhas cibernéticas. O PCI DSS (Data Security Standards) é especialmente importante para o mercado de comércio eletrônico.

Empresas seguras não só estão protegidas contra o crime cibernético e suas consequências, mas manifestam seu compromisso em manter as valiosas informações de seus clientes seguras. Os estabelecimentos investem – com razão – em sistemas antifraude, pois se preocupam com o número de chargeback que causam prejuízos financeiros. Por outro lado, evitar o comprometimento de informações no ambiente da sua loja é – indiretamente – uma maneira de prevenir o risco. Afinal, sem números de cartões roubados, não há fraude.

“Contratar uma empresa de tecnologia de pagamentos certificada pelo conselho é uma saída prática para diminuir os esforços e custos de conformidade.”

A Adyen está totalmente em conformidade com os padrões de segurança da PCI DSS 3.2, como um provedor de serviços Nível 1, que é o mais alto padrão de segurança do setor de pagamentos.

Contratar um serviço antifraude baseado em tratamento inteligente de dados

Com níveis de fraude elevados, as empresas precisam enxergar e entender profundamente o cenário de risco em que estão inseridas. Muitas delas, por terceirizarem a gestão de fraudes e chargeback, não conseguem ter controle sobre os dados que as ajudariam a criar perfis mais precisos dos visitantes de seus e-commerces, sejam eles fraudadores ou clientes legítimos.

Estas informações são indispensáveis para tomar decisões mais inteligentes de gerenciamento de risco e, por isso, deviam estar nas mãos das empresas. Para isso, é importante que sua loja tenha acesso à tecnologias sofisticadas de automação da gestão de risco que entreguem inteligência, otimizem custos com revisões manuais e aumentem a conversão em vendas, resultando em ganho de eficiência.

O resultado é o equilíbrio entre bloqueio de transações fraudulentas e aprovação de mais vendas legítimas, entregando uma experiência de compra sem barreiras para o usuário. Afinal, para seu consumidor, não há nada mais frustrante na Black Friday do que encontrar a oferta ideal e não conseguir finalizar a compra por recusa no pagamento.

Cassia é a gerente de Risco da Adyen para a América Latina. Responsável pela gestão e análise de dados da ferramenta de risco da Adyen, RevenueProtect, ela ajuda a manter protegidas empresas como 99, Sépha e Dafiti.

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